Blog do Varejo Virtual

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MercadoPago agora pode ser usado como meio de pagamento em qualquer loja virtual

Publicado por lemuelcs em 03/05/2010

O MercadoPago, plataforma de pagamentos de origem latino-americana na Internet, amplia sua atuação e a partir desta quarta-feira, 28/04, até então restrita aos usuários do MercadoLivre, pode ser utilizada em sites de e-commerce em todo o país, além de permitir transferências de valores online.

Lançada em 2004, no ano passado, foram realizadas foram realizadas mais de 3,1 milhões de transações no MercadoPago, movimentando um volume superior a US$ 383 milhões – aproximadamente 15% da movimentação total de pagamentos do MercadoLivre no ano. “Esta é uma ferramenta que auxiliará o empreendedor brasileiro, garantindo maior competitividade para os mais de 15 mil sites de e-commerce atualmente em operação no Brasil”, declara Stelleo Tolda, vice-presidente Executivo da operações do MercadoLivre. Hoja a plataforma está disponível no Brasil, México, Argentina, Chile, Colômbia e Venezuela.

MercadoPago permite ao usuário escolher de forma rápida, fácil e segura como realizar seu pagamento em compras na Internet. Ao todo são dez meios de pagamento: os maiores cartões de crédito, boleto bancário e transferências online, além de possibilitar parcelamento dos valores em até 18 vezes.

“As facilidades deste sistema democratizam o acesso ao comércio eletrônico. Estamos seguros de que a plataforma MercadoPago beneficia micro, pequenas e médias empresas, que encontram uma solução completa para gerenciar os pagamentos sem onerar sua operação”, explica Tolda.

Entre as possibilidades da plataforma está a agilidade para análise e aprovação da transação feita pelo consumidor, processo totalmente online que ocorre segundos após ele ter escolhido a forma de pagamento. Para o comerciante (ou destinatário do dinheiro), a liberação dos valores poderá ocorrer a partir de dois dias, dependendo da atuação deste comerciante.

Há também a possibilidade de envio e recebimento de dinheiro por e-mail, de forma simples, com rapidez e segurança. O usuário pode fazer pagamentos diretamente no site www.mercadopago.com.br para outros usuários da plataforma sem precisar compartilhar dados cadastrais e/ou financeiras com terceiros. Todas as informações ficam armazenadas exclusivamente no sistema do MercadoPago, seguindo os mais altos padrões de governança em sistemas de informática.

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O varejo eletrônico cresceu 28% no Natal de 2009

Publicado por lemuelcs em 21/01/2010

O varejo eletrônico movimentou R$ 1,6 bilhão entre os dias 15 de novembro e 24 de dezembro, período que antecedeu o Natal, de acordo com levantamento da e-bit.

A cifra denota alta de 28% na comparação com o Natal do ano passado, quando o faturamento para a data sazonal foi de R$ 1,25 bilhão. Apenas para comparação, o varejo físico obteve expansão de 6,8%, segundo a Serasa Experian.

O pico das vendas natalinas foi registrado no dia 16 de dezembro, quando foram realizados mais de 150 mil pedidos, um crescimento 50% superior a um dia de vendas normal, revelando que os brasileiros anteciparam as compras neste natal.

Os livros foram os itens mais vendidos, seguidos por eletrodomésticos – segmento que observa alta desde a decisão do governo de reduzir o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) – e produtos de saúde e beleza. Itens do setor de informática e eletrônicos ficaram na quarta e na quinta colocação, respectivamente.

Fonte: (Karin Sato | Valor)

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Comércio eletrônico gerou 12% do faturamento das empresas da Europa em 2008

Publicado por lemuelcs em 21/01/2010

O comércio eletrônico (e-commerce) gerou 12% do faturamento das empresas nos 27 países membros da União Europeia em 2008, revelou ontem a Comissão Europeia, mostrando que as compras pela internet continuam aumentando.

Segundo especialistas, o faturamento deve ter chegado a 12 bilhões de euros, ainda inferior ao das empresas nos Estados Unidos.

Mas em certos países, o comércio pela internet avança bem mais do que em outros na Europa. É o caso da Noruega, onde 24% do faturamento das companhias com mais de 10 empregados ocorreu pelo comércio eletrônico.

De acordo com a UE, 93% das empresas têm acesso à internet na Europa e 82% dispõem de conexão de barga larga, mais rápida.

Fonte: (Assis Moreira | Valor)

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Como ampliar as vendas mantendo os custos

Publicado por lemuelcs em 10/11/2009

O Comércio Eletrônico Brasileiro tem crescido de forma estruturada, contínua e bastante intensa. Para centenas de empresas de todos os portes, as vendas pela Internet hoje representam um negócio maduro e com inúmeras oportunidades a serem exploradas.

Em janeiro de 2008, o IBOPE/NetRatings divulgou uma nota informando que 57% dos usuários residenciais, ou seja, em torno de 12 milhões de pessoas, acessaram sites de compras no período do Natal do ano passado.  Há apenas três anos, em 2005, o número de e-consumidores era de 3,2 milhões. O crescimento do faturamento de 2007 em relação a 2006 foi de 50%, de 2006 em relação a 2005, foi de 74%. Desde 2001, as taxas de crescimento são superiores a 40% ao ano.

Nos demais países, em especial, os desenvolvidos, o comércio eletrônico é ainda mais forte. Mais de 85% da população on-line do mundo vem usando a Internet para fazer compras – aumentando este mercado em 40% nos últimos dois anos, segundo recente pesquisa da Nielsen Global Online Survey sobre os hábitos de compra pela Internet. Nos EUA a quantidade de pessoas que usam a Internet para comprar ultrapassa 100 milhões.

Tal crescimento se deve às ótimas oportunidades que esse modelo de comercialização oferece às empresas e aos consumidores. No Brasil, o índice de satisfação do e-consumidor atinge 87%. Ou seja, 9 em 10 compradores estão satisfeitos com suas compras.

 

Oportunidades

Para o consumidor, sem dúvida, o grande benefício das compras pela Internet é a comodidade. Todos querem melhores preços e condições de pagamento, mais  variedade e muita rapidez. Por outro lado, diminuiu cada vez mais a disposição dos clientes para enfrentar filas, estacionamentos lotados ou intermináveis peregrinações para encontrar o que deseja.

Todas essas necessidades são oferecidas numa transação de compra pela Internet. Com alguns cliques os clientes podem comparar preços de produtos em centenas de lojas, contar com uma enorme variedade de produtos (algumas lojas possuem mais de 700 mil itens diferentes) e tudo isso com a comodidade comprar até mesmo no horário de trabalho, receber em casa e pagar com cartão de crédito.

Num contexto em que as pessoas estão cada vez mais ocupadas, o tempo para as compras começa a ficar reduzido e a Internet se encaixa muito bem nesse modelo.

Para os varejistas os benefícios são múltiplos e variados. O primeiro deles é a possibilidade de ampliar a atuação sem as limitações geográficas. Ou seja, pela Internet, com apenas uma loja, o varejista pode atender os clientes de todos os bairros, de todas as cidades, de todos os Estados do Brasil e até mesmo de outros países. Não é necessário investir em construção de novas lojas, novos pontos de venda para atingir novos mercados e clientes ampliar os clientes. Para cada loja virtual que é instalada, a Internet tem à disposição 12 milhões de compradores.

Outro grande benefício é a ampliação da capacidade de atendimento, já que com as vendas pela Internet elimina-se a necessidade de profissionais para efetuar as vendas. Isso porque o papel de convencimento para a venda é feito unicamente pelas imagens, descrição do produto, facilidades de pagamento e de entrega e credibilidade da loja. Sem horário para abrir ou fechar – 24 horas à disposição nos sete dias da semana – uma loja virtual pode receber, ao mesmo tempo, milhares de compradores sem a necessidade de ter pessoal treinado para isso. É o que se pode chamar de atendimento automatizado e self-service. O auto-serviço é sempre uma grande vantagem competitiva para ampliar as vendas e diminuir os custos.

No varejo tradicional conhecer o perfil dos consumidores e seus hábitos de compra é praticamente impossível. Somente quando se trata de um pequeno universo de clientes certos funcionários conseguem identificar alguns poucos clientes, mas isso, geralmente, restrito ao conhecimento pessoal de cada um.  Ao contrário disso, nas lojas virtuais, todos os dados podem ser coletados, estudados e usados para personalizar o atendimento e oferecer produtos de interesse no momento certo. Uma campanha de marketing direto com clientes virtuais é sempre mais focada, pois consegue um melhor direcionamento das ofertas e, portanto, um melhor retorno sobre o investimento.

Além disso, de posse dos dados dos clientes, a forma de relacionamento fica potencializada. Por outro lado, quando complementamos vendas presenciais e vendas a distância, pela Internet e por telefone, aumentam as possibilidades de interação com os clientes.

O que citamos até agora são apenas algumas das vantagens que o Comércio Eletrônico oferece a todas as partes interessadas, especialmente aos compradores e aos varejistas.

 

Lemuel Costa e Silvalemuel.silva@gmail.com

Analista especialista em comércio eletrônico da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, palestrante sobre comércio eletrônico para pequenas e médias empresas. Tem mais de 10 anos de experiência em desenvolvimento de sistemas para Internet com graduação em Ciência da Computação pela Universidade Católica de Brasília e MBA em Marketing de Varejo pela FIA/USP.

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Morgan Stanley publica relatório de garoto de 15 anos sobre Twitter, publicidade e mídia online

Publicado por lemuelcs em 15/07/2009

Um relatório sobre mídia online feito por um adolescente de 15 anos caiu como uma bomba na conferência Allen & Co, em Sun Valley, Idaho, que reuniu neste fim de semana feras do mundo da tecnologia, como Bill Gates (Microsoft), Eric Schmidt (Google) e Rupert Murdoch (News Co.). Executivos da Morgan Stanley pediram a Matthew Robson, um estagiário de uma escola londrina, um estudo sobre os hábitos de consumo de seus amigos e conhecidos. As conclusões de Robson foram consideradas tão interessantes que acabaram chegando à capa do Financial Times . Ele afirma que a mídia tradicional está perdendo espaço para a internet, que o Twitter não gera interesse em adolescentes e que propaganda online não faz sentido.

Para Edward Hill-Wood, diretor-executivo da Morgan Stanley na Europa, o relatório do garoto é “uma das visões mais claras e provocativas que já vimos – por isso publicamos”. Segundo ele, o trabalho gerou seis vezes mais interesse que o normal e “dezenas de investidores e executivos” entraram em contato para comentá-lo.

Reiterando uma posição polêmica numa discussão que ainda deve durar muitos anos, o garoto afirma que seus amigos são “muito relutantes” em pagar por música e que a maioria nunca comprou um CD. A principal forma de acesso a canções são os sites e ferramentas de trocas de arquivos. (Leia também: Trent Reznor ensina como o candidato à fama pode se dar bem na web )

Se as músicas são amplamente distribuídas pela web, o mesmo não acontece com os filmes. O download deles não é tão popular pois muitas vezes os arquivos têm qualidade inferior ou contêm vírus, além de não ser confortável assisti-los no monitor. Com isso, o cinema segue como uma diversão na qual os adolescentes ainda gastam suas mesadas, especialmente pelo lado social do evento.

Considerando a importância do convívio social com os amigos, duas outras atividades em alta são os concertos de música e os novos consoles de videogame. Com a capacidade de conexão gratuita à web e sistemas de interação cada vez mais sofisticados, consoles como o Wii estão até mesmo substituindo o telefone como forma de conversa entre adolescentes.

Robson afirma que os adolescentes não usam o Twitter pois a função mais interessante do serviço – enviar mensagens por SMS – é paga e eles preferem mandar essas mensagens para amigos. Além disso, “eles percebem que ninguém está vendo suas páginas, então os tweets não têm propósito”.

Ele garante que nenhum de seus conhecidos lê jornais regularmente – apenas tablóides ou periódicos gratuitos. Robson acredita que os jovens de sua idade preferem as informações resumidas encontradas na internet e na TV.

Além disso, propaganda intrusiva afasta a atual geração, por isso eles preferem ouvir música em rádios online gratuitas, como a Last.fm, a ouvir nas emissoras tradicionais. Até aí, propaganda de rádio nunca agradou ninguém e mudar de estações durante os anúncios sempre foi comum. As geração anteriores só não tinham as opções que existem hoje em dia.

A publicidade “tradicional” em websites, na forma de pop-ups e banners, também não é bem-vinda. Robson a classifica como “extremamente inoportuna e inútil”. Ele elogia, por outro lado, ações virais que geram “conteúdo humorístico ou interessante”.

Esse tipo de propaganda é considerado mais efetivo por conseguir se travestir de entretenimento, na forma de vídeos no YouTube, jogos online e outras formas de contato na qual o consumidor participa da ação de alguma forma.

Fonte: O Globo

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Antes de comprar em loja física, 15% dos brasileiros consultam a web

Publicado por lemuelcs em 15/07/2009

Pesquisa F/Radar destaca que 60% dos brasileiros com mais de 16 anos acessam o site da loja e 58% consideram a opinião na web antes de comprar.

Antes de fazer compras em lojas físicas, 15% dos brasileiros acima dos 16 anos de idade consultam a internet destaca a quinta edição do relatório da F/Radar, feito pela F/Nazca feito com apoio do Datafolha, nesta segunda-feira (13/7).

Segundo o levantamento feito em março deste ano com base em 2.117 entrevistas em todo o Brasil, a internet tem impacto sobre aproximadamente 51 bilhões de reais no varejo nacional, com base na Pesquisa Anual do Comércio 2006, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Entre os que afirmam consultar a web antes de comprar em lojas físicas, 63% se conectam em suas residências, 60% acessam o site da loja e 58% consideram a opinião de internautas. Este último número cresceu desde dezembro de 2008, quando 48% consideravam opiniões na web para comprar.

O levantamento apresenta margem de erro de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos, em um nível de confiança de 95%. O desenho da amostra foi elaborado com base em informações do Censo 2000 e estimativas 2008 do IBGE.

Fonte: IDGNow

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De livros a roupas, produto sob medida ganha força na web

Publicado por lemuelcs em 15/06/2009

Já é possível encomendar livros, cartões de visita, convites e até roupas em quantidades bem pequenas – até uma única unidade, em alguns casos – e pagar pouco pelo resultado.

Reza a lógica industrial que quanto maior a produção de um determinado bem, mais barato ele é. Produtos exclusivos, feitos sob medida, são caros exatamente porque contrariam a regra. Na internet, porém, alguns serviços estão desafiando essa norma. Já é possível encomendar livros, cartões de visita, convites e até roupas em quantidades bem pequenas – até uma única unidade, em alguns casos – e pagar pouco pelo resultado. Mais: o usuário escolhe ele mesmo a aparência do produto.

É o caso dos livros de fotografia. Em várias lojas on-line – incluindo marcas bem conhecidas, como Americanas.com, Submarino e Extra.com -, o usuário pode encomendar um livro com suas próprias fotos. As imagens são encaminhadas pelo site e o resultado fica semelhante a um livro de arte, não um álbum de fotos. Alguns serviços também permitem criar revistas. O processo é conduzido pelo usuário, que escolhe o tamanho das imagens, cores das páginas, modelos de diagramação, legendas etc.

Essa facilidade de uso, associada à chance de colocar em prática um projeto pessoal – como publicar um romance ou dar de presente um livro com fotos próprias – é que estão levando o consumidor a aderir a esses serviços, movimentando os negócios.

A Digipix – cuja tecnologia permite montar, encomendar e imprimir livros de fotografia – começou em 2004, com três funcionários. Hoje, reúne 50 colaboradores e detém equipamentos que realizam todo o processo de impressão e montagem dos livros de maneira automatizada, o que permite cobrar preços baixos, outro atrativo do modelo. “Investimos cerca de US$ 3 milhões nas máquinas, pois a demanda aumentou e não poderíamos dar conta do serviço de forma manual”, afirma Marco Perlman, um dos sócios da Digipix.

A companhia presta serviços para os sites, que, por sua vez, oferecem o serviço ao consumidor. Os negócios da Digipix cresceram 60% entre 2007 e 2008, quando a empresa obteve um faturamento de R$ 10 milhões. “Tem muito espaço no mercado, esperamos crescer mais”, diz Perlman.

Além da fotografia, o conceito do “faça você mesmo” também está ganhando força entre quem quer publicar seu próprio livro, seja uma obra de ficção ou um trabalho acadêmico. A vantagem é publicar títulos em pequena quantidade, sem o trabalho de passar por uma editora. “É muito difícil ser adotado por uma editora. Digo isso por experiência própria”, diz Indio Brasileiro Guerra Neto, um dos idealizadores do Clube de Autores.

O sistema proposto pela empresa é o da impressão sob demanda: o autor envia o texto por meio do site e sugere o valor a ser cobrado pela obra. Só quando um leitor efetua a compra, o exemplar é impresso. O autor não paga nada pelo serviço e recebe um pagamento relativo aos direitos autorais. De fevereiro até agora, o Clube de Autores já publicou em torno de 670 obras e vendeu 1,2 mil exemplares.

Outra editora on-line, a Armazém Digital, tem foco na área acadêmica. Felipe Rangrab, diretor da empresa, conta que a companhia já trabalhava com editoração desde 1996 e decidiu migrar para o mundo virtual em 2001. “Com ajuda da internet, conseguimos atender universitários e professores do Rio Grande do Sul até o Piauí”, diz.

A Armazém Digital trabalha com pacotes de publicação que variam de R$ 600 a R$ 1.050, dependendo do acabamento e do número de cópias. Rangrab explica que o mercado editorial sofreu uma retração de 20% neste ano, por conta da crise econômica, mas a busca por serviços on-line tem aumentado desde o ano passado. “Além dos contratos burocráticos com grandes editoras, as pessoas estão percebendo que as grandes tiragens diminuem o preço, mas podem representar um desperdício de papel”, afirma o executivo.

Os produtos gráficos, como cartões de visita, convites e até mesmo brindes também estão aderindo ao conceito dos produtos sob medida na web. A Fábrica de Criação, de desenvolvimento e venda de material gráfico, foi fundada em 1997, em Brasília, mas migrou para a web em 2004. Segundo Gisele Sá Rego, uma das sócias da empresa, além de uma redução brutal de custos, a internet permite expandir as vendas para todo o país. “A empresa dobrou o faturamento em relação ao último ano da loja física”, diz Gisele, sem detalhar os números.

A companhia trabalha com designers terceirizados e o portfólio de produtos inclui cartões, convites, canecas, camisetas, sandálias e até caricaturas. (Por: Manuela Rahal – Valor online – São Paulo – 12/06/2009)

Fonte:
Valor Online

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Os principais problemas das lojas virtuais

Publicado por lemuelcs em 25/05/2009

Após um estudo feito em 15 sites de comércio eletrônico, três especialistas da consultoria Mercedes Sanchez Usabilidade e Pesquisa chegaram à conclusão de que as lojas virtuais brasileiras não vendem tanto quanto poderiam vender

Isso porque, segundo os analistas, elas não seguem princípios básicos de usabilidade, o que atrapalha as vendas.

De acordo com a responsável pela pesquisa, Mercedes Sanchez, alguns sites se preocupam muito com o carrinho de compras e se esquecem que, antes de comprar, o usuário quer ver bem o produto e saber se ele atende às suas necessidades, caso contrário a compra não é concluída.

Confira os principais problemas levantados pela pesquisa presentes nas páginas de produto:

Informação – Muitas vezes, as empresas colocam em primeiro plano o que a empresa quer “empurrar” para o cliente: vendas casadas, venda de acessórios, de garantia estendida, etc. A descrição do produto, que é o mais importante para o usuário decidir a compra, fica em segundo plano.

Imagens – A maior parte dos sites disponibiliza poucas imagens, muitas vezes pequenas e de baixa qualidade, que não mostram detalhes dos produtos. Como ninguém quer comprar um produto sem ver antes, o usuário vai procurar imagens melhores no site concorrente.

Letra – Muitos sites ainda usam letras muito pequenas, com pouco contraste, o que dificulta a leitura de informações essenciais para decidir a compra: características do produto, prazo de entrega, garantia, etc.

Navegação – Quando o usuário fica em dúvida do que comprar e quer ver produtos similares, tem dificuldades. Filtros por marca, faixa de preço e características existem em poucas lojas e os menus secundários desaparecem na página de produto.

Descrição do produto – Notamos que em alguns casos a informação aparece incompleta, incorreta, com erros de ortografia e de digitação. Há uso excessivo de termos técnicos sem explicação e textos vendedores em detrimento de textos informativos.

Cadê o botão de “Comprar?” – Por incrível que pareça, em muitos sites não é fácil achar ou identificar o botão “Comprar”. Ele não tem destaque, fica abaixo da rolagem, e possui formato, ícone ou texto fora dos padrões da web.

Abaixo, as recomendações de Mercedes para evitar esses problemas.

  • Priorize na página o que é relevante para o seu consumidor, assim você aumenta as chances de compra e ele ainda indica o site para outras pessoas.
  • Não empurre todos os produtos ao mesmo tempo. Mostre o caminho para que o consumidor vá sozinho. Deixe claro onde ele está no site e como ele pode ver produtos similares e ir para outras seções.
  • - Invista em imagens de qualidade. Elas podem ser um diferencial estratégico. Permita que o usuário amplie, veja todos os detalhes, em diversos ângulos.
  • Capriche na descrição do produto. Use o vocabulário do consumidor para que ele se identifique com o site. Explique os termos técnicos. Cheque se não há dados incorretos ou incompletos. Mostre que o site é confiável.
  • Deixe o botão “Comprar” bem destacado, com forma de botão, sem elementos que possam distrair o usuário, perto do preço, acima da rolagem da página. (21/05/09)

Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

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Práticas digitais colaborativas influenciam comportamento de consumo

Publicado por lemuelcs em 15/04/2009

Levantamento do IBOPE Inteligência realizado na Campus Party mostra qurealizado na Campus Party mostra que uso da mídia social influencia hábitos de pesquisa sobre bens e serviços

Nos dias 20 e 21 de janeiro, o IBOPE Inteligência entrevistou 600 participantes da Campus Party, um dos maiores eventos sobre tecnologias digitais do mundo. Os resultados da enquete servirão para traçar um perfil dos heavy-users de tecnologias digitais no Brasil e também para aumentar a compreensão sobre os hábitos e atitudes dos internautas em relação às tecnologias colaborativas.

Mais de 90% dos entrevistados estão, de alguma forma, envolvidos com tecnologias colaborativas, seja como consumidores ou produtores de conteúdo. “Embora não seja representativo do internauta brasileiro em geral, esse levantamento vai nos permitir aperfeiçoar uma metodologia de classificação de hábitos e atitudes em relação à mídia social  e às motivações que levam as pessoas a criar conteúdo compartilhado, seja para diversão, seja para expressar opiniões sobre marcas, produtos e até candidatos políticos”, afirma Marcelo Coutinho, diretor de análise de mercado do IBOPE Inteligência.

Combinando a frequência de atualização e leitura de blogs, páginas de redes sociais, contribuição para Wikis e fóruns, além de outras ferramentas como sites de vídeo e Twitter, o IBOPE Inteligência vai estabelecer uma classificação dos usuários em termos de produtores, colaboradores e espectadores de conteúdos colaborativos.

Segundo o levantamento realizado na Campus Party, 46% dos respondentes afirmam sempre ler comentários de outros internautas antes de fazer compras (on-line ou em lojas físicas), contra 40% dos entrevistados que sempre visitam o site do fabricante/fornecedor antes de uma compra. Além disso, 20% postam opiniões sobre produtos e serviços com frequência (sendo que 57% já o fizeram pelo menos uma vez).

Entre os principais resultados, o IBOPE Inteligência destaca:

  • 87% dos entrevistados possuem perfil em algum site de relacionamento e, deste total, 17% atualizam o perfil pelo menos uma vez por dia.
  • Diariamente, 34% deixam mensagens ou imagens no perfil de outras pessoas.
  • 91% dos entrevistados possuem interesse em blogs (embora apenas 31% declaram ser autores de um blog). O índice de leitura diária atinge 38% e o índice de atualização diária (entre os autores) é de 29%. Em relação aos comentários em blogs de outras pessoas, 32% dos usuários de blogs fazem pelo menos um “post” por semana (12% o fazem pelo menos uma vez por dia).
  • Cerca de 21% dos entrevistados contribuem diariamente para algum fórum de discussão e 57% visitam estes fóruns pelo menos uma vez por semana (16% o fazem várias vezes ao dia).
  • 36% dos entrevistados já contribuíram pelo menos uma vez na edição de artigos em Wikis e 87% utilizam Wikis como fonte de informação sobre diversos assuntos (incluindo empresas, produtos, etc).
  • 50% dos entrevistados já fizeram tags para outras páginas da web e 28% utilizam tecnologias RSS com frequência diária.
  • O Twitter é utilizado por 24% dos entrevistados, mas a freqüência de acompanhamento chega a “várias vezes ao dia” por parte de 11% deles.
  • As principais motivações para utilização das diversas tecnologias colaborativas são a diversão (29%), seguida pelo desenvolvimento profissional/vantagens financeiras (25%) e aprendizagem e educação (24%). Qunize por cento dos entrevistados afirmam utilizar estas tecnologias para “ajudar os outros e/ou a comunidade”.
  • Entre os principais bens e serviço s que os participantes da Campus Party pretendem adquirir em 2009, o ítem “viagens”, com 52%, supera o esperado “Computador/Hardware”, com 48%, seguido (na contramão da crise) pelo automóvel (28%), máquina fotográfica digital (25%), software (23%), telefone celular (20%) e smartphones (16%).

Fonte: IBOPE

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Baixa renda sustenta crescimento de e-commerce

Publicado por lemuelcs em 18/03/2009

Classe C respondeu por 42% das vendas e segmento de informática já não é segundo mais vendido

O comércio eletrônico no Brasil registrou bom desempenho em 2008 e grande parte do crescimento é creditada à popularização dessa modalidade de compra entre as classes de menor poder aquisitivo, especialmente a classe C. De acordo com o estudo “Webshoppers”, divulgado nesta terça-feira (17/03) pela e-bit, representantes desta classe social responderam por 42% das vendas pela internet. O levantamento também apontou que, em dezembro último, o número de brasileiros que já havia feito compra pela web ao menos uma vez somou 13 milhões, alta de 39%.

Como a empresa adiantou no início do ano, o faturamento do comércio eletrônico brasileiro totalizou R$ 8,2 bilhões, alta de 30% em comparação com 2007. O valor, no entanto, é abaixo de estimativas iniciais, que previam crescimento de 45%, ou R$ 8,8 bilhões. A crise econômica refletiu nas vendas, especialmente no período de Natal, que, ainda assim, representou 15% do faturamento anual de 2008.

Assim como vem ocorrendo nos últimos anos, a categoria “livros” liderou as vendas pela web, com 17% de participação. Já o segmento “informática” perdeu a segunda colocação para “Saúde, Beleza e Medicamento”, confirmando previsões de consultorias como Gartner e IDC que previam queda na demanda por PCs e equipamentos do gênero.

De modo geral, como avaliou o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, 2008 demonstrou que o e-commerce se tornou ferramenta importante mesmo em tempos de crise. “Você tem a crise de um lado e do outro as vantagens do canal web. Você tem ofertas, comparação de preços e com isso mais pessoas utilizam a internet”, argumenta Guasti.

O executivo também acredita que o setor sentirá menos os efeitos do cenário econômico que o varejo tradicional. Mesma opinião compartilhada por Gerson Rolim, diretor executivo da Camara-e. “O momento vai ser importante para expor o setor. Temos mudanças no governo que deve trazer o crédito de volta. As ferramentas de comparação aumentam o valor do real no bolso do consumidor”, entende.

Mudança no perfil

Além da popularização do comércio eletrônico entre classes de renda mais baixa – prova disso foi a chegada da Casas Bahia à internet -, o perfil do comprador também sofreu alterações. Em 2008, 51% dos consumidores eram mulheres. Além disso, 19% dos compradores tinham mais que cinquenta anos. Outro ponto revelado pelo estudo é que os novos clientes das lojas online estão utilizando este canal para adquirir produtos de valor agregado e não apenas livros e objetos de menor valor.

E a compra de produtos mais caros também tem sua explicação. Descontando os preços que muitas vezes são mais em conta que em uma loja tradicional, os portais têm investido em outras formas de atrair os consumidores, como frete gratuito. As lojas online também oferecem os parcelamentos sem juros no cartão de crédito, que seduz consumidores em tempos de crise.

Previsão otimista

Encerrada a discussão sobre os efeitos da crise nos resultados de 2008 e também sacramentada, em números, a mudança de perfil dos consumidores, Guasti passou a enumerar as previsões para 2009. “Janeiro e fevereiro está sendo bom para o setor”, iniciou. “Algumas pesquisas apontam que o varejo tradicional cresça pouco (neste ano), enquanto o virtual pode chegar a um faturamento de R$ 10,2 bilhões até dezembro”, completou.

O fato é que, mesmo em ritmo inferior, a perspectiva é que o e-commerce avance entre 20% e 25%. O tíquete médio, que em 2008 foi de R$ 328, não deve sofrer alterações. Em compensação, o número de brasileiros que fizeram compra na web ao menos uma vez deve atingir 17 milhões até o final do ano, sustentado pelos consumidores de baixa renda.

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