Blog do Varejo Virtual

Mantenha-se informado sobre o segmento de comércio eletrônico varejo (B2C)

Posts de Outubro, 2008

Google afirma que 50% do comércio mundial é influenciado por pesquisas na web

Publicado por lemuelcs em 28/10/2008

Apesar de apenas 6% das compras mundiais serem realizadas pela Internet, dados divulgados pelo Google nesta quinta-feira (23) mostram que cerca de 50% de todas as transações comerciais são influenciadas por pesquisas feitas na rede mundial de computadores.

Ainda de acordo com o Google, o comércio eletrônico internacional vale cerca de 380 bilhões de dólares, e este mercado está em fase de mudanças na relação entre comprador e marca.

Os dados da empresa de Internet mostram que as redes sociais já englobam 270 milhões de participantes em todo o mundo, e 40% do tráfego online passa pelo vídeo. “As grandes marcas online estão sendo construídas em função da performance do produto, e não tanto pela sua publicidade”, afirmou Rui Nunes, do Google Portugal, informou a Agência Financeira. (Portal Imprensa, 23.10.2008)


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Ponto Frio vai à guerra pelo 2º lugar no comércio eletrônico

Publicado por lemuelcs em 24/10/2008

SÃO PAULO – O PontoFrio.com, braço de comércio eletrônico (e-commerce) da Globex Utilidades S.A. -holding que administra a marca Ponto Frio, segunda maior varejista de Frio, segunda maior varejista de eletroeletrônicos e móveis do País, concorrente da Casas Bahia-, acirra a concorrência com players do segmento ao iniciar, em novembro, a operação de seu site totalmente reformulado com a meta de alavancar sua participação nesse mercado que prevê movimentar R$ 8,5 bilhões, segundo a consultoria de especializada e-bit. Há cerca de dois meses foi criada a Pontofrio.com Comércio Eletrônico S.A., especialmente para gerir os negócios no ambiente virtual, com autonomia em relação ao varejo físico.

Segundo Germán Quiroga, CEO do PontoFrio.com, “a meta é ampliar, no segmento, a fatia de mercado da companhia, que hoje está em torno de 4%, e cujo líder possui mais de 50% das vendas no País”, detalhou, em entrevista ao DCI. Ele refere-se certamente à B2W, que detém a Americanas.com, a Submarino.com e o Shoptime, e que faturou mais de R$ 5 bilhões no ano passado.

Seguindo o rastro desta gigante, a vice-liderança do segmento é disputada por outras varejistas como Extra.com.br, Magazine Luiza, Pernambucanas e Lojas Colombo, por exemplo, com faturamento de R$ 200 a R$ 400 milhões. Apesar de a B2W ainda dominar o e-commerce brasileiro, o executivo ressalta que “esta é uma bela conquista, mas de difícil sustentação”.

Quiroga lembra que, nos Estados Unidos, a Amazon, importante player norte-americano na área, não ultrapassa dos 15% de participação. Por isso, a tendência é de que ocorra descentralização, tendo em vista a estréia do Wal-Mart no final de setembro e a expectativa em torno da chegada da Casas Bahia e do Carrefour, mantidas de pé pelas empresas para ainda este ano.

Diante do contexto da crise internacional, o dirigente do Ponto Frio reforça que a empresa está “capitalizada e com fôlego para dar um importante salto e aproveitar o potencial do setor”. Mesmo não revelando valores, Quiroga afirma que os investimentos realizados tornarão o site bastante competitivo frente aos demais concorrentes. Tudo isso, é claro, mirando o potencial de vendas do fim de ano, a época mais aquecida de vendas do varejo.

A área de tecnologia foi a que mais recebeu aportes da holding para a nova operação, marcada para o mês que vem. Foram adotados mecanismos mais modernos para aumentar as opções de pagamento e instrumentos antifraude. Prova da importância desta operação para a companhia é que a Globex contratou, além de Germán Quiroga, outros experientes executivos do setor, como Eduardo Chalita, Renato Drumond e Eduardo Castro, que passaram por redes como a Americanas.com e a Sack’s entre outras empresas.

Wal-Mart

Terceira maior rede supermercadista do País, o Wal-Mart, que investiu R$ 25 milhões no seu projeto de e-commerce, avalia o desempenho da primeira quinzena como acima das expectativas. “A taxa de conversão de vendas está muito boa e a interação dos clientes com as ferramentas disponibilizadas ainda é crescente”, avaliou Flávio Dias, diretor da área de e-commerce do Wal-Mart Brasil.

A respeito do estoque da loja virtual para as vendas natalinas, o executivo garantiu que a maior parte dos produtos foi adquirida no decorrer do ano, antes da alta do dólar. “Não haverá problema com a venda de importados para esse período, estamos abastecidos. Este é o procedimento correto que uma empresa do porte da nossa deve tomar”, avalia.

Dias disse que, em função do volume de vendas esperado para a data sazonal, a empresa fará contratações extras para suprir a demanda no setor logístico e no call center, onde o atendimento é 24 horas. É também para essa época que a varejista intensificará seu esforço de divulgação da loja virtual. A estratégia para ampliar a visibilidade é investir em portais, buscadores de preço e links patrocinados.

O diretor-geral da consultoria e-bit, Pedro Guasti, confirma que o setor tem um enorme potencial e deve continuar atraindo novos players. “Tivemos, entre 2001 e 2007, um crescimento de mais de 1.200% no faturamento, nada comparável ao de qualquer outro setor da economia. Estamos falando de um faturamento que partiu de R$ 550 milhões, chegando, em 2007, a R$ 6,3 bilhões”, diz. A expectativa este ano é fechar com um incremento na casa dos 35% frente aos resultados conquistados no ano passado.

Em novembro, o PontoFrio.com estreará sua nova configuração no comércio virtual, para brigar com B2W, Extra.com.br, Magazine Luiza, Pernambucanas e Lojas Colombo. (DCI, 21.10.2008)

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10 motivos para se construir um e-Commerce

Publicado por lemuelcs em 22/10/2008

  1. Conhecer o seu cliente: Saber, exatamente, quem é o seu cliente, talvez seja a principal vantagem de se vender pela internet. A cada compra é possível alimentar seu DataBase Marketing com informações que são a própria vida de sua empresa. Sabendo quem é o seu cliente, e exatamente o que ele compra, é possível prever a demanda, especificar promoções, posicionar produtos, etc…
  2. Controle eficaz de estoque: A mecânica de vendas pela Internet permite que as empresas tenham somente produtos de alto giro. O e-Commerce permite que se trabalhe com múltiplos estoques, inclusive com estoques dos próprios fornecedores – o que chamamos de cross docking. Desta forma ganha-se agilidade, menores custos operacionais, menor capital de giro, etc…
  3. Venda além de suas fronteiras: A Internet permite que o mundo esteja conectado, e não é diferente para o e-Commerce. Vender além das fronteiras, aonde as equipes de vendas não chegam, onde as lojas físicas não conseguem atender é tarefa do comércio eletrônico. Alguns grandes varejistas do sul do Brasil vendem mais para o sudeste, através da internet, do que em para seus próprios estados, onde têm suas marcas reconhecidas.
  4. Facilidade para o consumidor: Dias de chuva, trânsito insuportável, muito trabalho, pouco tempo, e em algumas regiões até calor demais pode afastar o consumidor das lojas. O e-Commerce traz comodidade ao consumidor, que está cada vez mais adaptado a comprar pela Internet.
  5. Aumente a oferta de produtos: O e-Commerce permite ao varejista oferecer um mix de produtos muito maior. Não existe a necessidade de estoque presente, a variedade conseqüentemente aumenta, a disponibilidade passa a depender de vários centros de distribuições, de vários estoques de várias empresas. Quem ganha? Todo mundo, o consumidor por ter mais opções, varejistas e fabricantes por oferecer e vender mais.
  6. Descubra novos consumidores: Essa é uma das maiores conseqüências da diversidade que a internet proporciona. Ser o mais pertinente possível, oferecendo a maior variedade possível, atingindo o maior número de consumidores possível. É, de novo, a história do Long Tail e da viabilidade operacional influenciando os resultados da Internet.
  7. O mercado da Internet está crescendo: Não há como discutir, os números estão aí e falam por si só. O e-Commerce cresceu em média 52% por ano, nos últimos 5 anos.
  8. O custo de uma loja virtual: Essa vai diretamente para os varejistas que ainda não entraram na era do e-Commerce. A pergunta é quanto custa montar uma loja? Estoque, pessoas, instalações, prédio, façam as contas. Aí olhamos alguns dados como: A loja que mais vende do Magazine Luiza é a loja virtual, o mesmo acontece para Americanas, e tantos outros grandes varejistas já posicionam sua loja virtual entre as 5 maiores em faturamento. Qual o investimento para se montar uma excelente loja virtual, comparem, e entrem para arrebentar com o mercado.
  9. Flexibilidade Promocional: Montar suas promoções para o e-Commerce têm suas inúmeras facilidades. Correções de curso podem ser feitas rapidamente, a mensuração dos resultados é instantânea, a execução da promoção é extremamente rápida. Na internet tudo responde mais rápido.
  10. Não tem escapatória: O mundo converge para a Internet, o consumidor é multicanal, os resultados de quem investe no e-Commerce não deixam duvidas.

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Melhorando o desempenho dos negócios web

Publicado por lemuelcs em 22/10/2008

Por Tiê Lima da área de publicidade do iG

Melhorar o desempenho dos negócios on-line, esse foi o assunto abordado na primeira palestra da pré-exibição do DMA08. Já no primeiro slide, ficou claro como os negócios na web devem ser encarados – como balde furevem ser encarados – como balde furado – é assim que as oportunidades e os problemas do dia-a-dia devem ser percebidos.

Sim, é verdade, todo site, sem exceção, tem pontos para aperfeiçoar, e só existe uma maneira de reverter isso: aplicando boas metodologias de avaliação de resultados e rotinas de aperfeiçoamento.Taxa de conversão é um indicador de desempenho essencial, é ela que avalia a capacidade de transformar tráfego em receita, simples assim. Afirmar que a criação de boas landing pages pode determinar o sucesso ou o fracasso de um negócio é pertinente, como então identificar e reverter um cenário de baixa performance?

A Future Now trouxe esse debate para o DMA08, que apesar de não ser assunto novo, foi enriquecido com novas posturas para pressentir oportunidades.O primeiro passo para isso é entender RECEITA SENDO MELHOR QUE TRÁFEGO, sim é verdade, a quantidade de visitas como termômetro de sucesso é uma tradução equivocada, herdada das mídias baseadas no alcance de público. Compreender se o esforço em atrair novos clientes está sendo feito da melhor maneira é a primeira coisa que deve ser revista.Reveja suas fontes de geração de tráfego. Verifique, por exemplo, se a base de e-mail utilizada em suas campanhas é muito extensa, quando o alcance da base vai além do público alvo, certamente atrairá visitantes sem relação com o seu negócio. Uma das conseqüências será distorção das suas análises, além claro, irá causar insatisfação em quem for impactado por essas ações. O mesmo acontece com campanhas de link patrocinado, a sua campanha deve ser constantemente revisada, para obter a melhor rentabilidade, conversão e ROI.

Aperfeiçoando landing pages

Com seu negócio no ar, muitas vezes as ações de maior retorno, são as ações que exigem menor esforço, capazes de aumentar consideravelmente a conversão. Para isso são apresentadas algumas dicas simples.

1 – Boas imagens: Uma imagem vale mais do que mil palavras, embora quando mal produzidas podem até atrapalhar. Se o seu produto for serviço, use pessoas, deixe a comunicação mais humana. Caso o seu produto seja tangível, faça fotos de diversos ângulos, use e abuse dos vídeos.

2 – Seja objetivo: Por mais que você acredite no seu produto e compreenda suas vantagens, o seu cliente não vai dedicar muito tempo a seu website, acredite – resumir é o melhor caminho. Crie bullet points, seja objetivo, quanto mais sintética for a sua informação, maiores são as chances de captar atenção dos seus consumidores.

3 – Escolha o apelo de comunicação: Que frase é capaz de definir o seu produto em poucas palavras? Crie uma frase de impacto que sintetize todas as prerrogativas. Tente usar conotações com o apelo certo ao seu produto. Eleja o teor da sua linguagem, se você quiser captar o cliente pela razão enfatize os números, se for pela emoção evite uma linguagem formal.

4 – Iconografias e Call To Action: Os seus links parecem com links? Eles estão sublinhados? Parece óbvio, embora muitas vezes para privilegiar a direção de arte, designers ignoram que quanto mais evidente melhor. O mesmo pode acontecer com os botões, eles devem aparentar como tal, dê atenção também aos comandos de ação, dê preferência às palavras imperativas como “Envie, Compre, Pegue o Seu Desconto”.

5 – Aperfeiçoe os seus formulários: Formulários extensos é aonde a maioria dos clientes desiste e abandona, seja sintético, peça para que o cliente preencha apenas o que é extremamente necessário para ele adquirir seu produto, qualquer item que não seja relacionado a isso deve ser descartado.

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Uma geral no seu site

Publicado por lemuelcs em 21/10/2008

Sete providências básicas para turbinar o site de uma pequena ou média empresa — e aumentar as vendas 

Por Bruno Vieira Feijó

EXAME

O comércio eletrônico brasileiro deve fechar 2007 com um volume de vendas de 6,4 bilhões de reais — 45% mais do que no ano passado, segundo estimativa da consultoria E-bit. Para que uma pequena ou média empresa possa ter uma parte desse resultado é preciso que o site esteja bem preparado para acolher clientes virtuais. O consumidor internauta típico tem dinheiro e vontade de gastá-lo — mas não tem nenhuma paciência com sistemas pouco inteligentes ou mal planejados. “São muitas as pessoas que clicam sobre os produtos e chegam a colocá-los no carrinho, mas desistem da compra porque encontram obstáculos que tornam o site ineficiente”, diz Marcelo Sant’Iago, diretor da agência MídiaClick. A E-bit calcula que o percentual dos usuários que largam as compras no meio do caminho é de 95%.

Na origem dos motivos que espantam esse consumidor geralmente está o uso indevido de tecnologias e de estratégias de marketing equivocadas — e, freqüentemente, a desastrosa combinação das duas coisas. Agora, o momento é oportuno para corrigir algumas dessas falhas — a tempo de aproveitar o movimento maior por causa dos festejos de Natal, Ano-Novo, férias e liquidações de verão. “É uma ótima época para revisar todo o site”, diz Sant’Iago. Aqui está uma lista de sete providências básicas que podem ser tomadas já:

1 – Facilitar a busca
O site da Toymania — rede de brinquedos com três lojas no Rio de Janeiro — evoluiu bastante desde 2003, quando começou a operar. “Com o tempo, reformamos a navegação inteira, convictos de que o visitante deve encontrar qualquer coisa com dois cliques”, diz Rodrigo Araújo, fundador da Toymania. No primeiro clique, todos os 6 000 itens do catálogo podem ser encontrados com base em quatro critérios — faixa etária, marca, fabricante ou tipo de produto. No segundo, um mecanismo de busca organiza os brinquedos por ordem de preço e posiciona no topo o que estiver em promoção. Informações sobre descontos, parcelamento e frete estão reunidas na página principal. “A loja virtual tornou-se nosso principal ponto-de-venda”, afirma Araújo.

2 – Relacionar um produto a outros
Na internet, o consumidor não procura apenas preço baixo. Conveniência, comodidade e ganho de tempo também são importantes para o internauta — por definição, um sujeito prático e com o cartão de crédito à mão para aproveitar oportunidades. É por isso que promoções do tipo “Compre isto mais aquilo e ganhe um desconto” ou “Quem comprou isto também comprou aquilo” e “Ao comprar tudo isso o frete é grátis” funcionam tão bem. “É um jeito de gerar vendas por impulso, diminuindo os estoques e o custo com eles”, diz Sidney Benetti, diretor da b/Net Soluções Online. Uma forma simples e eficiente de aplicar essa estratégia é, ao lado de cada mercadoria, colocar uma ficha com sugestões de acessórios ou outros produtos relacionados.

3 – Enviar newsletters
Há dois anos, a Compujob, rede de produtos de informática de Porto Alegre, investiu nos boletins por e-mail como seu principal canal de diálogo com os clientes. Uma vez por semana, mais de 200 000 cadastrados recebem anúncios. Alguns deles são personalizados para diferentes perfis de usuários. Em datas especiais, como Dia dos Pais, eles recebem notícias sobre o que está em promoção. “Essas ações nos ajudaram a aumentar as vendas pela internet em 80%”, diz Adriane Lengler, proprietária da Compujob. O software usado pela empresa monitora quantas pessoas abriram os e-mails, quantas clicaram em determinados links e, dessas, quantas efetivamente compraram alguma coisa — o que ajuda a planejar as próximas ações.

4 – Fornecer informações
Dar informações detalhadas dos produtos à venda, sobretudo porque o internauta não tem como mexer no produto, parece uma orientação básica. Mas mesmo sites especializados em comércio online pecam nisso. Saber o comprimento do fio de uma torradeira, por exemplo, pode ser decisivo para quem pretende usá-la sobre a mesa durante o café da manhã. “Não se deve divulgar apenas a ficha técnica enviada pelo fabricante”, diz Virginia Carcavallo, gerente de produtos da CLM Software. “Muitos não entendem aquela linguagem técnica e se sentem desorientados.” Outro erro muito freqüente é a falta de imagens grandes e em diferentes ângulos. “No caso de uma televisão ou de um computador, o cliente quer ver as entradas na parte de trás para saber o que pode ser conectado”, diz Virginia.

5 – Caçar problemas
Softwares que monitoram o tráfego no site podem ser úteis para entender em que pontos o consumidor mais sente dificuldade ao tentar completar a compra. As versões mais simples registram de onde vem a audiência (o clique em um banner ou algum mecanismo de busca, por exemplo) e montam mapas que mostram os elementos mais clicados. Versões avançadas apontam onde estão os empecilhos que causam desistências — podem estar na demora do envio dos produtos ao carrinho de compras, na escolha do tipo de pagamento ou no preenchimento de um formulário extenso demais. “São vários problemas possíveis, e a identificação deles não é óbvia”, diz Sant’Iago, da MidiaClick. “Por isso é importante rastrear tudo.”

6 – Retomar contatos
Segundo os especialistas, o fim e o começo do ano são momentos ideais para a empresa refazer laços que podem ter se afrouxado no relacionamento online com os clientes. “É hora de desenterrar informações que ficaram perdidas nos servidores”, diz Benetti, da b/Net Soluções Online. “Deve-se tentar descobrir se os consumidores que fazem compras de valores acima da média vêm perdendo interesse pelo site.” Quem está sem aparecer por mais de quatro meses, por exemplo, deve receber um e-mail personalizado, convidando-o a retornar ao site e a conhecer as novidades, como promoções e lançamentos de produtos. “Um cupom-desconto é um bom estímulo para trazê-lo de volta”, diz Benetti.

7 – Oferecer promoções
“Ofertas com data e hora para acabar atiçam o cliente a comprar por impulso e a voltar à procura de mais vantagens”, diz Sant’Iago, da MidiaClick. A Passarela, tradicional rede de lojas de calçados e material esportivo do interior de São Paulo, com sede em Jundiaí, faz promoções relâmpago com a ajuda de seus principais fornecedores. “Geralmente associamos à compra de um produto a distribuição limitada de brindes, como pares de meia, camisetas e mochilas”, diz Arnaldo Borim, gerente de comércio eletrônico da Passarela. “O resultado também é instantâneo.”

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Revolução do e-commerce está começando

Publicado por lemuelcs em 21/10/2008

O Brasil é um mercado em plena expansão para o comércio eletrônico, que deve crescer 40% em 2008.

O CEO do Pontofrio.com, Gérman Quiroga, apresentou a estimativa na sua apresentação no Seminário INFO sobre E-commerce na era da Web 2.0, realizado nesta segunda-feira (20) em São Paulo. Segundo ele, o mercado brasileiro já é maduro para o e-commerce e deve alcançar de 8 a 10 bilhões de reais em 2008. “As lojas virtuais são como barcos a vela, com o vento soprando ao favor”, disse.

No mundo virtual, o mais importante é ser veloz, na opinião de Quiroga. “Para isso, é importante que a operação de e-commerce seja independente, para tomar decisões na velocidade exigida, pois os ciclos de decisão são mais curtos”, disse.

Na visão de Quiroga, para crescer ainda mais, o e-commerce pode aprender muito com o mercado norte-americanos, que deve fechar 2008 obtendo 150 bilhões de dólares em vendas online, o que equivale a 6% do valor total de todo o varejo. O CEO do Pontofrio.com observa que nos EUA há diversos casos em que a loja virtual vende quase tanto quanto a loja física: o site TigerDirect.com, especializada em eletrônicos e informática, já obtém 45% das vendas da marca.

No mundo virtual, o cliente ganha poder, observa Quiroga. “O boca a boca e o boca no trombone ganham força”, disse. Por outro lado, seus hábitos na internet são acompanhados constantemente. Quiroga cita a Amazon como um exemplo de site que conhece profundamente o seu cliente. “A Amazon foi a precursora e ainda hoje é uma grande escola para os varejista, que sabe o que o cliente gosta”, diz. Para conseguir isso, o site promove a interação com o cliente, que produz o próprio conteúdo do site e faz recomendações. “É um poder viral, que contamina outros internautas. 9Info, 20.10.2008

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Locaweb anuncia ferramenta de pagamento on-line

Publicado por lemuelcs em 15/10/2008

O produto denominado Pagamento Certo, funciona como uma carteira virtual, e simplifica o gerenciamento das vendas online, recebendo o pagamento do comprador através de qualquer um dos meios disponíveis e permitindo a confirmação e qualificação da transação no prazo de 14 dias

De olho em ampliar as suas receitas com o e-commerce, a Locaweb lançou uma ferramenta que disponibiliza aos lojistas grande variedade de opções de pagamento online sem a necessidade de filiação às operadoras de crédito, além de oferecer maior segurança nas negociações de compra e venda e um conjunto completo de recursos para gerenciar transações.

O produto denominado Pagamento Certo, funciona como uma carteira virtual, e simplifica o gerenciamento das vendas online, recebendo o pagamento do comprador através de qualquer um dos meios disponíveis e permitindo a confirmação e qualificação da transação no prazo de 14 dias. Com a operação confirmada, o vendedor recebe o pagamento na conta indicada, após o período estipulado em contrato.

A Locaweb disponibiliza também o gateway de pagamentos, que contabilizou 1,5 milhão de transações no primeiro semestre e mais de R$ 300 milhões em valores de compras no período. Segundo dados do Relatório WebShoppers, análise elaborada pelo E-bit, mais de 11,5 milhões de pessoas já compraram pela internet no Brasil.

“Atualmente, contamos com cerca de 4,2 mil clientes de e-commerce e consideramos de extrema importância proporcionar um serviço que facilite essa operação e garanta a máxima segurança nas transações”, apontou Reinaldo Santos, gerente de Comércio Eletrônico da Locaweb.

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Como ampliar as vendas diminuindo os custos

Publicado por lemuelcs em 10/10/2008

O Comércio Eletrônico Brasileiro tem crescido de forma estruturada, contínua e bastante intensa. Para centenas de empresas de todos os portes, as vendas pela Internet hoje representam um negócio maduro e com inúmeras oportunidades a serem exploradas.

Em janeiro de 2008, o IBOPE/NetRatings divulgou uma nota informando que 57% dos usuários residenciais, ou seja, em torno de 12 milhões de pessoas, acessaram sites de compras no período do Natal do ano passado. Há apenas três anos, em 2005, o número de e-consumidores era de 3,2 milhões. O crescimento do faturamento de 2007 em relação a 2006 foi de 50%, de 2006 em relação a 2005, foi de 74%. Desde 2001, as taxas de crescimento são superiores a 40% ao ano.

Nos demais países, em especial, os desenvolvidos, o comércio eletrônico é ainda mais forte. Mais de 85% da população on-line do mundo vem usando a Internet para fazer compras – aumentando este mercado em 40% nos últimos dois anos, segundo recente pesquisa da Nielsen Global Online Survey sobre os hábitos de compra pela Internet. Nos EUA a quantidade de pessoas que usam a Internet para comprar ultrapassa 100 milhões.

Tal crescimento se deve às ótimas oportunidades que esse modelo de comercialização oferece às empresas e aos consumidores. No Brasil, o índice de satisfação do e-consumidor atinge 87%. Ou seja, 9 em 10 compradores estão satisfeitos com suas compras.

Oportunidades

Para o consumidor, sem dúvida, o grande benefício das compras pela Internet é a comodidade. Todos querem melhores preços e condições de pagamento, mais variedade e muita rapidez. Por outro lado, diminuiu cada vez mais a disposição dos clientes para enfrentar filas, estacionamentos lotados ou intermináveis peregrinações para encontrar o que deseja.

Todas essas necessidades são oferecidas numa transação de compra pela Internet. Com alguns cliques os clientes podem comparar preços de produtos em centenas de lojas, contar com uma enorme variedade de produtos (algumas lojas possuem mais de 700 mil itens diferentes) e tudo isso com a comodidade comprar até mesmo no horário de trabalho, receber em casa e pagar com cartão de crédito.

Num contexto em que as pessoas estão cada vez mais ocupadas, o tempo para as compras começa a ficar reduzido e a Internet se encaixa muito bem nesse modelo.

Para os varejistas os benefícios são múltiplos e variados. O primeiro deles é a possibilidade de ampliar a atuação sem as limitações geográficas. Ou seja, pela Internet, com apenas uma loja, o varejista pode atender os clientes de todos os bairros, de todas as cidades, de todos os Estados do Brasil e até mesmo de outros países. Não é necessário investir em construção de novas lojas, novos pontos de venda para atingir novos mercados e clientes ampliar os clientes. Para cada loja virtual que é instalada, a Internet tem à disposição 12 milhões de compradores.

Outro grande benefício é a ampliação da capacidade de atendimento, já que com as vendas pela Internet elimina-se a necessidade de profissionais para efetuar as vendas. Isso porque o papel de convencimento para a venda é feito unicamente pelas imagens, descrição do produto, facilidades de pagamento e de entrega e credibilidade da loja. Sem horário para abrir ou fechar – 24 horas à disposição nos sete dias da semana – uma loja virtual pode receber, ao mesmo tempo, milhares de compradores sem a necessidade de ter pessoal treinado para isso. É o que se pode chamar de atendimento automatizado e self-service. O auto-serviço é sempre uma grande vantagem competitiva para ampliar as vendas e diminuir os custos.

No varejo tradicional conhecer o perfil dos consumidores e seus hábitos de compra é praticamente impossível. Somente quando se trata de um pequeno universo de clientes certos funcionários conseguem identificar alguns poucos clientes, mas isso, geralmente, restrito ao conhecimento pessoal de cada um. Ao contrário disso, nas lojas virtuais, todos os dados podem ser coletados, estudados e usados para personalizar o atendimento e oferecer produtos de interesse no momento certo. Uma campanha de marketing direto com clientes virtuais é sempre mais focada, pois consegue um melhor direcionamento das ofertas e, portanto, um melhor retorno sobre o investimento.

Além disso, de posse dos dados dos clientes, a forma de relacionamento fica potencializada. Por outro lado, quando complementamos vendas presenciais e vendas a distância, pela Internet e por telefone, aumentam as possibilidades de interação com os clientes.

O que citamos até agora são apenas algumas das vantagens que o Comércio Eletrônico oferece a todas as partes interessadas, especialmente aos compradores e aos varejistas.

Lemuel Costa e Silvalemuel@lemuelsilva.com.br

Gestor do comércio eletrônico da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, palestrante sobre comércio eletrônico para pequenas e médias empresas e professor universitário da disciplina de comércio eletrônico do curso de sistemas para Internet da Anhanguera. Tem mais de 10 anos de experiência em desenvolvimento de sistemas para Internet com graduação em Ciência da Computação pela Universidade Católica de Brasília e MBA em Marketing de Varejo pela FIA/USP.

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Aumente a sua taxa de conversão!

Publicado por lemuelcs em 07/10/2008

Todo o varejo online vive se perguntando qual a melhor forma de aumentar o tráfego, e dedicando bastante verba à publicidade para atrair visitantes; mas uma vez que um cliente cai no seu e-commerce, poucos sabem como converter esta visita em uma compra. Transformar visitantes em clientes requer a consideração e melhoria de diversos fatores no seu site. Veja abaixo 8 dicas para convencer os visitantes a comprar na sua loja:

1. O primeiro passo é identificar a sua especialidade de negócio: diga exatamente o que você oferece, e como você se diferencia dos seus concorrentes. Enfatize este diferencial no site e nas suas campanhas.

2. A conversão começa quando você atrai o tipo certo de visitante: certifique-se de atrair um público que esteja realmente interessado no seu produto, e possa comprá-lo – seja específico nos anúncios, pois chamadas muito amplas atraem público que não se qualifica para a compra, e portanto diminui a sua taxa de conversão. Por exemplo, se você só entrega para uma determinada região e não deixa este detalhe claro, pode atrair público de regiões fora da sua cobertura, e gerar falsas expectativas nos clientes.

3. Tenha boa visibilidade nos sites de comparação de preços: você pode até ter lá suas reservas sobre sites de comparação de preços, por sua ênfase exclusiva no valor, mas muitos usuários confiam nestes sites para localizar os melhores produtos para suas necessidades… Você precisa ser pelo menos listado nestes sites para atrair tráfego direcionado e aumentar sua exposição online.

4. Afine suas páginas de chegada: em boa parte das vezes, o cliente chega ao seu site através de uma página de produto, por exemplo, e não exclusivamente através da home. Cuidar de todas as suas portas de entrada é fundamental para a conversão. Verifique suas estatísticas de acesso para ver quais são as suas principais portas de entrada, e trabalhe nelas! Suas páginas precisam vender.

5. Deixe suas páginas prontas para vender: seu objetivo é transformar visitantes em clientes. Suas páginas devem carregar rápido, ter texto suficiente para que os mecanismos de busca façam seu trabalho, e deixar claro o que você vende e o que os clientes vão encontrar. Mantenha estas páginas sempre atualizadas (imagens, data, copyright, textos).

6. Analise seu tráfego: os web-metrics vão lhe dar pistas sobre como seu site está sendo usado pelos visitantes, e quais são as áreas que você deve melhorar para aumentar a conversão. Analise o comportamento do cliente e aumente suas chances de sucesso!

7. Reduza o tempo de carga das páginas: quanto mais rápido sua página carrega, maiores são as chances de atrair o cliente. Para isso, use CSS!

8. Veja o que os visitantes procuram no seu site: seu sistema de busca pode lhe dar informações importantes para aumentar a taxa de conversão da sua loja. Veja o que os clientes buscam no site: você tem o produto? Se sim, ele está em destaque? Por que os clientes estão com dificuldade em localizar este produto? Fique atento também às buscas que não retornam resultados. Isto significa que você tem clientes que procuram produtos que você eventualmente não tem, e se este número é considerável, talvez seja o momento de incorporar estes produtos ao seu mix. Se você tem o produto, mas sua busca não retorna resultados, verifique se os termos utilizados estão cobertos pela indexação do produto na ferramenta de busca.

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Capa da Revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios de Outubro/2008

Publicado por lemuelcs em 07/10/2008

Olá,

Vejam só a reportagem da capa da revista pequenas empresas, grandes negócios de outubro de 2008. O título é: As lições de quem se deu bem no varejo eletrônico - Cinco empresários revelam suas estratégias para vender muito pela internet.
% vender muito pela internet.

Abaixo um techo da reportagem disponibilizada no site da revista.

Nos anos 90, houve a euforia. Depois, o ceticismo exagerado. Hoje, o comércio eletrônico atravessa a sua melhor fase: a consolidação. Segundo dados do E-bit, consultoria de marketing on-line, o comércio eletrônico faturou R$ 3,8 bilhões com crescimento de 45% no primeiro semestre de 2008, o equivalente à receita do ano inteiro de 2006. E ainda deve crescer no mesmo ritmo até o fim do ano. Na mesma velocidade, cinco pequenas empresas do varejo eletrônico ganham espaço e se destacam na preferência do e-consumidor. Como eles conseguem? Fazem bem a lição de casa. Oferecem produtos de qualidade, atendimento especializado, financiamento, garantia e, sobretudo, dão espaço para os internautas opinarem. Sem contar que usam a criatividade para colocar tudo isso em prática. Confira a estratégia desses empreendedores

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