Blog do Varejo Virtual

Mantenha-se informado sobre o segmento de comércio eletrônico varejo (B2C)

Arquivo da categoria ‘Web 2.0’

Práticas digitais colaborativas influenciam comportamento de consumo

Publicado por lemuelcs em 15/04/2009

Levantamento do IBOPE Inteligência realizado na Campus Party mostra qurealizado na Campus Party mostra que uso da mídia social influencia hábitos de pesquisa sobre bens e serviços

Nos dias 20 e 21 de janeiro, o IBOPE Inteligência entrevistou 600 participantes da Campus Party, um dos maiores eventos sobre tecnologias digitais do mundo. Os resultados da enquete servirão para traçar um perfil dos heavy-users de tecnologias digitais no Brasil e também para aumentar a compreensão sobre os hábitos e atitudes dos internautas em relação às tecnologias colaborativas.

Mais de 90% dos entrevistados estão, de alguma forma, envolvidos com tecnologias colaborativas, seja como consumidores ou produtores de conteúdo. “Embora não seja representativo do internauta brasileiro em geral, esse levantamento vai nos permitir aperfeiçoar uma metodologia de classificação de hábitos e atitudes em relação à mídia social  e às motivações que levam as pessoas a criar conteúdo compartilhado, seja para diversão, seja para expressar opiniões sobre marcas, produtos e até candidatos políticos”, afirma Marcelo Coutinho, diretor de análise de mercado do IBOPE Inteligência.

Combinando a frequência de atualização e leitura de blogs, páginas de redes sociais, contribuição para Wikis e fóruns, além de outras ferramentas como sites de vídeo e Twitter, o IBOPE Inteligência vai estabelecer uma classificação dos usuários em termos de produtores, colaboradores e espectadores de conteúdos colaborativos.

Segundo o levantamento realizado na Campus Party, 46% dos respondentes afirmam sempre ler comentários de outros internautas antes de fazer compras (on-line ou em lojas físicas), contra 40% dos entrevistados que sempre visitam o site do fabricante/fornecedor antes de uma compra. Além disso, 20% postam opiniões sobre produtos e serviços com frequência (sendo que 57% já o fizeram pelo menos uma vez).

Entre os principais resultados, o IBOPE Inteligência destaca:

  • 87% dos entrevistados possuem perfil em algum site de relacionamento e, deste total, 17% atualizam o perfil pelo menos uma vez por dia.
  • Diariamente, 34% deixam mensagens ou imagens no perfil de outras pessoas.
  • 91% dos entrevistados possuem interesse em blogs (embora apenas 31% declaram ser autores de um blog). O índice de leitura diária atinge 38% e o índice de atualização diária (entre os autores) é de 29%. Em relação aos comentários em blogs de outras pessoas, 32% dos usuários de blogs fazem pelo menos um “post” por semana (12% o fazem pelo menos uma vez por dia).
  • Cerca de 21% dos entrevistados contribuem diariamente para algum fórum de discussão e 57% visitam estes fóruns pelo menos uma vez por semana (16% o fazem várias vezes ao dia).
  • 36% dos entrevistados já contribuíram pelo menos uma vez na edição de artigos em Wikis e 87% utilizam Wikis como fonte de informação sobre diversos assuntos (incluindo empresas, produtos, etc).
  • 50% dos entrevistados já fizeram tags para outras páginas da web e 28% utilizam tecnologias RSS com frequência diária.
  • O Twitter é utilizado por 24% dos entrevistados, mas a freqüência de acompanhamento chega a “várias vezes ao dia” por parte de 11% deles.
  • As principais motivações para utilização das diversas tecnologias colaborativas são a diversão (29%), seguida pelo desenvolvimento profissional/vantagens financeiras (25%) e aprendizagem e educação (24%). Qunize por cento dos entrevistados afirmam utilizar estas tecnologias para “ajudar os outros e/ou a comunidade”.
  • Entre os principais bens e serviço s que os participantes da Campus Party pretendem adquirir em 2009, o ítem “viagens”, com 52%, supera o esperado “Computador/Hardware”, com 48%, seguido (na contramão da crise) pelo automóvel (28%), máquina fotográfica digital (25%), software (23%), telefone celular (20%) e smartphones (16%).

Fonte: IBOPE

Enviado em Web 2.0 | Comentários desativados

Internet: a arma do consumidor

Publicado por lemuelcs em 04/02/2009

Um alerta aos fabricantes ou fornecedores de produtos e serviços: o consumidor está de olho e a internet tem ajudado na tomada de decisões antes de fazer uma compra. Levantamento realizado pelo Ibope Inteligência revela o fenômeno dos consumidores 2.0. Cerca de 46% dos internautas leem comentários de outros usuários antes de ir às compras, 20% deles postam opiniões sobre produtos ou serviços com frequência e 57% fizeram isso pelo menos uma vez.

O Ibope esclarece que os dados não refletem o perfil médio do internauta brasileiro, pois a pesquisa foi realizada durante a Campus Party, evento de tecnologias digitais realizado na semana passada   em São Paulo. Na ocasião, o instituto ouviu 600 participantes e constatou que mais de 90% deles estão envolvidos com tecnologias colaborativas, seja como consumidores ou produtores de conteúdo. Apesar de constituírem um outro perfil, os “geeks” da feira indicam o que deve se massificar futuramente.

“Embora não seja representativo do internauta brasileiro em geral, esse levantamento permitirá aperfeiçoar uma metodologia de classificação de hábitos e atitudes em relação à mídia social e às motivações que levam as pessoas a criar conteúdo compartilhado, seja para diversão ou para expressar opiniões sobre marcas, produtos e até candidatos políticos”, afirma Marcelo Coutinho, diretor de análise de mercado do Ibope Inteligência.

Perfil dos Geeks

As principais conclusões do estudo:

  •  87% dos entrevistados têm perfil em algum site de relacionamento e, deste total, 17% atualizam o perfil pelo menos uma vez por dia. Diariamente, 34% deixam mensagens ou imagens no perfil de outras pessoas. 
  • 91% dos possuem interesse em blogs, mas apenas 31% declaram ser autores de um blog. 
  • Cerca de 21% dos entrevistados contribuem diariamente para algum fórum de discussão e 57% visitam estes fóruns pelo menos uma vez por semana, 16% o fazem várias vezes ao dia. 
  • 36% dos entrevistados já contribuíram pelo menos uma vez na edição de artigos em Wikis e 87% utilizam Wikis como fonte de informação sobre diversos assuntos, que inclui empresas, produtos, etc. 
  • 50% dos entrevistados já fizeram tags para outras páginas da web e 28% utilizam tecnologias RSS com frequência diária. 
  • O Twitter é utilizado por 24% dos entrevistados, mas a freqüência de acompanhamento chega a “várias vezes ao dia” por parte de 11% deles. 
  • Diversão (29%), desenvolvimento profissional e vantagens financeiras (25%) e aprendizagem e educação (24%) são principais motivações para usar a rede. 
  • Cerca de15% dos entrevistados afirmam utilizar essas tecnologias para “ajudar os outros e/ou a comunidade”. 

(B2B Magazine, 27.01.2009)

Enviado em Comércio Eletrônico, Notícias do varejo virtual, Web 2.0 | Deixar um comentário »

O celular é o novo PC

Publicado por lemuelcs em 04/02/2009

A revolução da mobilidade inaugurou o mercado de software para aparelhos móveis – e os pioneiros enxergam uma oportunidade semelhante à dos primeiros computadores

Por Luiza Dalmazo

Revista EXAME  Na década de 1980, quando a computação pessoal dava seus primeiros passos, alguns empreendedores começaram a construir uma das indústrias mais dinâmicas e lucrativas que o mundo dos negócios já conheceu: a indústria do software. Os computadores ainda eram uma raridade fora do mundo das empresas, mas aqueles pioneiros acreditavam na massificação do mundo digital. Um deles chegou a proclamar que haveria um computador em cada mesa e em cada casa. Seu nome? Bill Gates. Avance o filme uns 20 anos. Uma nova leva de visionários acredita que uma janela de oportunidade semelhante está se descortinando agora. São os pioneiros do mundo do software para celulares. Mais especificamente os smartphones, aparelhos que têm telas maiores e recursos computacionais mais avançados. No ano passado foram vendidas 115 milhões de unidades. A estimativa é que esse número chegue a meio bilhão em 2012. No mundo da tecnologia, não há mais dúvida: a próxima grande fronteira vai acontecer na tela dos celulares.

Mas não é preciso esperar o futuro para entender o potencial do mercado de programas para smartphones. Apenas seis meses depois do lançamento da App Store, o serviço que centraliza os softwares criados para o iPhone, mais de 300 milhões de aplicativos foram baixados – de graça ou mediante pagamento – por usuários do telefone da Apple. O conjunto de ferramentas que permitem aos desenvolvedores criar os programas para o iPhone foi copiado mais de 100 000 vezes na primeira semana em que foi colocado à disposição no site da Apple. Depois do êxito da Apple, outras empresas criaram estratégias semelhantes. Em outubro, Nokia – sócia majoritária do sistema operacional Symbian -, RIM, criadora do BlackBerry, e Sony Ericsson lançaram suas lojas online de aplicativos e serviços de download.

Na esteira da popularidade desses sistemas, algumas empresas estão se dedicando a escrever programas só para celulares. A MTM Tecnologia, de Salvador, concentra os esforços em programas para profissionais da área médica e hospitalar. “O celular servia para telefonar. Depois, passou a servir também como ferramenta de e-mail. Agora, estamos entrando em uma nova etapa da tecnologia”, diz Gustavo Perez. A Evermobile, de São Paulo, faz sistemas de operações bancárias e quadruplicou de tamanho em dois anos: passou de dez para 40 programadores. Mas uma oportunidade ainda maior pode existir no mercado de consumidores finais. “Enquanto a internet chega a 40 milhões de pessoas, os celulares pertencem a 140 milhões de brasileiros”, diz Raul Pavão, diretor de marketing e alianças da EverMobile. Muitas companhias especializadas em criar programas para uso corporativo estão mudando de estratégia diante do crescimento do mercado consumidor. “Estamos prestes a assistir a uma virada”, acredita Cesar S. Cesar, diretor de estratégia e marketing da Hands, que adapta sites da internet para smartphones. No primeiro semestre de 2008, os aplicativos de entretenimento e jogos aumentaram em número de downloads. Segundo a Handango, provedora de sistemas para smartphone, esse tipo de aplicativo representou 42% das unidades vendidas. Em contrapartida, os sistemas corporativos ficaram em 15%, ante 13% em 2007.

O mercado de software para celulares é promissor, mas ainda restam muitas questões a responder. Uma das mais importantes é sobre a variedade de sistemas existentes. Hoje, quatro sistemas competem pela liderança. A Nokia e seu sistema Symbian detêm a maior fatia do mercado, mas vem perdendo espaço rapidamente para Apple e RIM. Na prática, isso significa que as empresas que criam programas para celulares têm um dilema: ou apostam em uma tecnologia ou então são obrigadas a adaptar seus produtos a todos os sistemas. Essa é uma questão que não existe no mundo dos PCs, pelo menos por enquanto. Como o Windows detém 90% do mercado, é praticamente obrigatório desenvolver para a plataforma da Microsoft – e eventualmente se fazem também versões para o mundo Macintosh ou Linux. Outro ponto em discussão é o poder que os donos das plataformas têm sobre os desenvolvedores. No modelo que está se consolidando, a Apple ou a RIM submetem os softwares a um processo de aprovação e têm inclusive o controle sobre o sistema de distribuição. A empresa de Steve Jobs, por exemplo, cobra 30% do valor da venda dos aplicativos a título de prestação de serviço. Estima-se que só com esse “pedágio” a Apple tenha faturado entre 50 milhões e 100 milhões de dólares. 

Jogo aberto 

Mas nenhuma dessas incertezas deve barrar o desenvolvimento da nascente indústria do software móvel. Numa apresentação recente, a analista Mary Meeker, do banco Morgan Stanley, previu uma aceleração dramática dos negócios ligados à mobilidade, ao passo que as empresas de internet, até pouco tempo atrás as estrelas do mundo digital, vão ser duramente atingidas pela crise financeira mundial e por uma eventual redução em investimentos de publicidade. Se Bill Gates amealhou uma fortuna com a previsão de um computador por mesa, o que esperar do dia em que houver um smartphone no bolso de cada habitante do planeta? 

(Exame, 23.12.2008)

Enviado em Notícias do varejo virtual, Web 2.0 | Deixar um comentário »

48% dos usuários leem fórum antes de compra

Publicado por lemuelcs em 07/01/2009

SÃO PAULO – Quase metade dos internautas brasileiros diz, em pesquisa, que consultam fóruns e comunidades na web para ouvir a opinião de outros consumidores antes de fechar uma compra.

O estudo foi feito pela Talk Interactive com apoio do Datafolha e ouviu usuários de web nas cinco regiões do Brasil. De acordo com o estudo, quanto maior a complexidade dos produtos a serem comprados, maior a leitura de conteúdo gerado pelo usuário na web para decidir a compra.

Assim, eletrônicos que podem ser analisados sob muitos aspectos, como laptops e máquinas fotográficas digitais, têm maior leitura online em fóruns. Segundo os organizadores do estudo, os números revelam a importância de fabricantes e revendedores investirem em marketing online e acompanharem as discussões que acontecem na internet a respeito de seus produtos.

Os comentários em fóruns, diz ainda a análise, têm maior peso na decisão dos consumidores pois são recebidos como um material isento ou imparcial, ao passo que anúncios tradicionais são vistos com maior desconfiança, por sabidamente mostrar apenas o que o fabricante deseja.

Fonte: INFO OnLine – http://info.abril.com.br/aberto/infonews/012009/06012009-47.shl

Enviado em Atendimento ao Cliente, Comércio Eletrônico, Marketing, Web 2.0 | Deixar um comentário »

Consultoria faz projeções sobre a web em 2020

Publicado por lemuelcs em 31/12/2008

por InformationWeek EUA
22/12/2008

A Pew Internet &amp08

A Pew Internet & American Life Projec sugere uma prevalência da tecnologia de reconhecimento de voz e interface touch no setor.

No ano de 2020, negociação e manipulação vão fundir-se na internet, encorajando os consumidores a negociarem descontos. Copyright será coisa do passado e a realidade virtual permitirá uma fuga para o cyberspace. Essas são algumas das previsões do estudo “Future of the Internet III”, realizado pela Pew Internet & American Life Project.

O que a empresa acredita não é algo muito claro. A internet em 2020 deve ter muito do ambiente web de hoje, cheio de potencial e de armadilhas. O estudo da Pew prevê que o dispositivo móvel será a principal ferramenta de conexão.

A pesquisa acredita em um mundo com pessoas e empresas mais transparentes, mas a natureza humana não muda. E não há surpresa nisso.

O levantamento antecipa o tempo onde o reconhecimento por voz e interfaces touch serão mais prevalentes. Isso não é um prognóstico inesperado. A Apple, com o iPhone e o iPod touch poderia realizar essa previsão através dos seus próprios dispositivos.

“Aqueles que trabalham para fortalecer a propriedade intelectual e o copyright, continuarão em guerra com aqueles que encontrarão uma forma de copiar e compartilhar conteúdo sem pagar”, diz o estudo.

Sessenta por cento dos especialistas entrevistados não concordam que o controle de conteúdo através da tecnologia de proteção de copyright dominaria a internet em 2012. Mas a maioria vê uma redução na popularidade do sistema bloqueado do iPhone. Dado que os competidores da Apple resolveram copiar o modelo da iTunes App Store, não seria surpresa que os consumidores negociacem o uso livre como promessa de segurança do aparelho.

Vida em casa e no trabalho

O relatório da Pew espera continuidade na fusão entre a vida pessoal e profissional, além do mundo físico e virtual. Os pesquisados se mostraram divididos: 56% disseram estar otimistas em relação ao futuro, enquanto o restante se mostrou mais temeroso sobre a possibilidade de trabalhar o tempo todo. O estudo inclui opiniões de diversas pessoas sobre o que estar por vir. As observações trazem visões diferentes de futuro, daquelas observadas no filme Blade Runner, de 1982. “Nós viveremos em casas de vidro”, disse Jeff Jarvis, professor da escola de jornalismo da Citi University of New York.

“Comportamentos agressivos prevalecerão em relação a civilidade, fraternidade e tolerância, como regra geral, apesar de da formação de grupos com esses valores”, afirmou Alejandro Pisanty, diretor do serviço de informática da Universidade Nacional Autônoma do México. “As invasões de intimidade e privacidade devem continuar”, completa.

“Em 2020, a internet será capaz de monitorar e manipular pessoas através das empresas e governo em uma escala nunca vista antes”, afirmou o blogueiro Nicholas Carr. “A maioria das pessoas terão felicidade em negociar a privacidade – consciente ou inconscientemente – em troca de benefícios, como preços mais baixos”, reforçou.

Enviado em Notícias do varejo virtual, Web 2.0 | Comentários desativados

Prepare-se para o Cloud Computing

Publicado por lemuelcs em 12/12/2008

Por Marcos Abellón*

O mundo da Internet não pára de inovar, novos conceitos surgem quase que diariamente. No ano passado, nos Estados Unidos, nascia a Computação em Nuvens (Cloud Computing), inspirada em conceitos como WEB 2.0, Blogs, Wikipédia, além do próprio E-business. Hoje os Cloud Servers são realidade mundial e anunciam uma grande mudança de paradigmas em relação a serviços de Hosting e utilização de software como serviço (SaaS – Software as a Service). Empresas como Microsoft, Google, IBM, HP, entre outras, consolidam a tecnologia não só adotando para si este modelo, mas também se adaptando às mudanças culturais em seu próprio portfólio, que crescem a cada dia.

O que é a tão falada “Computação em Nuvens” (Cloud Computing)?

É a geração de hosting com computação baseada em servidores numa nuvem com abundâncias de recursos de processamento massivo e armazenamento de dados de alta capacidade, que evita a dependência de recursos físicos alocados em um único hardware. A arquitetura em cloud é muito mais que apenas um conjunto de servidores físicos ou virtuais, ela dispõe de uma infra-estrutura de gerenciamento que inclui funções como provisionamento de recursos computacionais, balanceamento dinâmico do workload e monitoração do desempenho. Esta tecnologia está muito alinhada ao conceito de software como serviço – SaaS – passando por outros conceitos, há tempos em discussão, como arquitetura orientada a serviços (SOA – Service Oriented Architecture), clusters, utility e grid computing (computação em grade), aplicações web enabled e BPM (Business Process Management). Ou seja, ela vem para consolidar tendências, tecnologias, modismos que estavam por aí soltos e integrar numa única arquitetura.

O Cloud Computing certamente é o fator que irá solidificar a Web como plataforma social e corporativa. Nada mais será como antes e tudo será feito de forma diferente. Assim como a televisão revolucionou o mundo quando surgiu, a Web é um marco fundamental da nossa história e está modificando tudo.

Não sei ao certo, mas tomei conhecimento que as grandes empresas de TI citadas acima estão construindo mega-datacenters com milhares de servidores cada uma. Você consegue imaginar o que é isso? E para quê tudo isso? Por isso digo que é uma guerra armamentista, não é possível saber ao certo como será o mundo das aplicações daqui a uns anos.

O que prevejo é que todo o mundo vai estar numa dessas “nuvens”, ou seja, tudo vai rodar em uma infra-estrutura dessas. Tanto faz se será na do Google, Yahoo, Microsoft, Amazon ou algum outro player que surja. Não teremos mais aplicativos e sistemas instalados em hardwares, tudo vai acontecer lá. É uma evolução do SaaS (Software As A Service) só que muito mais globalizada e maior.

Ainda há muitas barreiras a vencer para que o cloud computing se torne viável, como garantia de segurança, as plataformas e padrões existentes, gerenciamento e interoperabilidade. Sem contar que há sempre o medo diante do novo, que é inerente ao ser humano, mas que este deve ser a menor dificuldade. Vamos aguardar e se preparar. 

*Marcos Abellón é Diretor Geral da W5 Solutions (Fonte: B2B Magazine, 04.12.2008)

Enviado em Web 2.0 | Deixar um comentário »

O que é a Web 2.0?

Publicado por lemuelcs em 28/12/2006

O ponto de partida para entender o que é a Web 2.0, certamente é o artigo What Is Web 2.0 – Design Patterns and Business Models for the Next Generation of Software escrito pelo autor do termo, Tim O’Reilly.  Para facilitar a nossa vida, dos brasileiros, encontrei no Blog do Press Delete a gentil tradução do artigo original pela Miriam Medeiros, a quem todos agradecemos.

http://varejovirtual.files.wordpress.com/2006/12/o-que-e-web-20.pdf

Enviado em Web 2.0 | 2 Comentários »

Definição curta da Web 2.0 por Tim O’Reilly

Publicado por lemuelcs em 28/12/2006

Em resposta aos seus críticos, Tim O’Reilly faz um definição curta para o termo Web 2.0, publicada pelo O’Reilly Radar.

 ”Web 2.0 is the move to the internet as platform, and an understanding of the rules for success on that new platform. First among those rules is building applications that harness network effects to get better the more that people use them.”

Na minha tradução:

“Web 2.0 é a mudança para a internet como plataforma, e o entendimento das regras de sucesso nesta nova plataforma. A principal dentre essas regras é a construção de aplicações que aproveitem o efeito de melhorar o serviço a medida que mais pessoas o usem.”

Enviado em Web 2.0 | Deixar um comentário »